quinta-feira, 29 de março de 2018

Fortalecer a frente democrática e virar o jogo! O golpe não tem para onde ir!


O golpe de 2016, que começou a ser planejado quando Lula nacionalizou o pré-sal e foi disparado quando Dilma foi reeleita em 2014, não tem para onde ir!

Só resta ao golpe a violência, que é o último dos recursos!


Lógico que a força da caneta e das armas estão com os golpistas. Eles têm o governo, com Temer e seu covil; eles têm a mídia; eles têm parte do aparelho de Estado que joga junto com a Lava Jato; mas eles têm cada vez menos o apoio político da população.

O movimento em defesa da democracia, que tem feito importantíssimo papel de conscientizar as pessoas sobre o golpe ocorrido no Brasil e seus efeitos maléficos, tem crescido e conseguido até abrir brechas garantistas no campo do judiciário.

O golpe só tem o caminho da mentira e da violência. É um retumbante fracasso econômico, social e político.

E o caminho da violência está se mostrando um tiro no pé.

A violência vai reduzir-se ao grupelho fascista do círculo de Bolsonaro e do MBL e dali não tem para onde crescer.

Há quem pense que as eleições de 2018 estejam sob risco e que o caminho da intervenção militar, cujo ensaio se deu no Rio, ainda está no cenário.

Pode ser, mas acredito que esta alternativa sofreu um enfraquecimento nos últimos dias.

O núcleo de Temer, que foi o que de fato flertou e flerta com a intervenção militar, acaba de sofrer forte revés e não há sinais de que tenha arregimentado grande apoio dentro das forças armadas.

Esse é um momento oportuno para fortalecer a frente democrática. A simbologia dos dois pré-candidatos progressistas, Manuela e Boulos, ao lado de Lula em Curitiba é importantíssima.

Lula fez o que tinha que fazer: lutou no campo jurídico e no campo político.

A caravana pelo sul se mostrou uma jogada feliz a partir do enfrentamento com dignidade das ameaças fascistas.

Lula e o campo progressista saem fortalecidos do mês de março.

A luta pela frente ganhou luz no fim do túnel.

Ricardo Jimenez

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