A Petrobrás foi o centro do debate eleitoral das últimas 4 eleições. Em 2006, foi a sua defesa enfática que fez Lula vencer Alckmin no segundo turno, mesmo tendo o tucano vestido o jaleco da empresa na reta final.
O PSDB, maior representante dos interesses estrangeiros, principalmente das multis do setor petrolífero, perdeu 4 eleições seguidas e teve seu projeto privatista e neoliberal rejeitado nas urnas.
Mas eis que o golpe inverte as coisas. Protegidos pela mídia e pelos setores de Estado que 'investigam' a corrupção no país, notadamente a República de Curitiba, que chegou a cancelar uma delação de Odebrecht porque atingia em cheio os tucanos, o PSDB enfim retornou ao governo central.
O golpe do impeachment recolocou o PSDB nas posições de comando. Hoje eles comandam a política externa (destruindo o Mercosul e a presença do Brasil nos BRICS), o Banco Central, a
Fazenda (retomando as privatizações em massa), a Educação e o setor de petróleo.
Sem a ajuda da mídia e dessa campanha odiosa de perseguição e criminalização do PT, o PSDB, pelas urnas, não retornaria ao governo tão cedo.
A campanha 'anti-corrupção', seletiva e disseminadora do ódio, fez o discurso de defesa da Petrobrás virar pó diante da opinião pública. Hoje a população está vendo passivamente um governo ilegítimo, pois não foi eleito para aplicar um programa neoliberal, desmantelar a Petrobrás num prazo de meses e nada faz.
Pedro Parente está vendendo o pré-sal e a Petrobrás em alta velocidade.
Onde fica o interesse nacional? Onde estão os nacionalistas desse país? O que fazer para impedir esse crime?
O Calçadão
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