| Dados obtidos via Leia de Acesso à Informação |
Mulheres são afastadas 3,7 vezes mais que homens, e servidores de 41 a 50 anos lideram licenças; gestão admite não ter programa de reabilitação profissional nem convênios para atendimento psicossocial
Enquanto o discurso oficial foca em “coibir o uso indevido de atestados”, os números obtidos pelo Blog O Calçadão por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) revelam uma realidade muito mais grave e estrutural: o servidor público municipal de Ribeirão Preto adoece em escala crescente, e a própria administração não dispõe de políticas básicas para prevenir, acolher ou reabilitar esses trabalhadores, especialmente as mulheres e os trabalhadores de meia-idade, que são os mais afetados.