| Apesar da suspensão de trechos, a lei permanece vigente |
| Apesar da suspensão de trechos, a lei permanece vigente |
(para iniciantes e outros tolos)
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Enquanto você e eu nos preocupamos
com o impacto da guerra e da inflação em nossas famílias
os preços do feijão,
da gasolina,
do aluguel
os operadores de títulos estão absortos
nos números em suas telas
calculando o que pode acontecer com instrumentos financeiros
aparentemente complexos
O Diário Oficial do Estado publica centenas de apostilas judiciais determinando a inclusão da Bonificação por Resultados (BR) na base de cálculo do 13º salário, do terço constitucional de férias e da licença-prêmio indenizada paraservidores das áreas de segurança, educação, saúde e administração penitenciária.
Estudo do Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es (ONVE) ouviu 3.012 profissionais entre maio e setembro de 2024 e aponta que 44% sofreram perseguição quatro vezes ou mais; temas como política, gênero e sexualidade estão entre os mais censurados
CMAS suspendeu instituto que acolhia crianças e adolescentes por determinação do Ministério Público enquanto Vigilância Sanitária interditou duas casas de repouso na Zona Sul e na Ribeirânia: modelo de terceirização da assistência social é posto à prova
Acordo SP+Verde: governo concede descontos de até 40% em multas ambientais; Toyota e Bracell, patrocinadoras do evento de lançamento, acumulam histórico de infrações
| Atividade reuniu representantes do poder público, movimentos sociais e sociedade civil Fotos: @filipeaugustoperes |
Mediado pela advogada Flávia Meziara, aconteceu neste sábado (15), na Esplanada do Teatro Pedro II, em Ribeirão Preto/SP, a 15a edição da Marcha da Maconha.
Em tempos de Conferência Municipal de Saúde de 2026, vamos fazer alguns questionamentos sobre os encaminhamentos da Conferência de 2025.
A Conferência Municipal de Saúde de Ribeirão Preto de 2025 trouxe à tona uma série de temas essenciais para a saúde pública da cidade, porém é fundamental refletir sobre a distância entre o que foi discutido e as ações que realmente foram implementadas. Nesse contexto, alguns questionamentos emergem com urgência para que possamos avaliar a eficácia das políticas de saúde em nossa cidade.
Universalidade no atendimento: A conferência enfatizou a importância de garantir que todos tenham acesso aos serviços de saúde. No entanto, com o enfraquecimento do atendimento primário, podemos afirmar que a universalidade foi efetivamente implementada? Quais são os dados que sustentam ou contradizem essa afirmação?
Integralidade no atendimento: A proposta de um atendimento integral é um pilar do SUS. Entretanto, como podemos esperar a integralidade se estamos assistindo ao desmonte das equipes de saúde da família? Que modelo de saúde estamos construindo quando as estruturas que favorecem essa integralidade estão sendo fragilizadas?
Equidade: Em relação ao acolhimento de idosos nas unidades básicas de saúde, a pergunta que se impõe é: eles estão recebendo a atenção necessária ou estão sendo desorientados para um atendimento digital que não atende suas peculiaridades? O que está sendo feito para garantir que não haja discriminação no acesso aos serviços de saúde?
Controle social: O fortalecimento do controle social é fundamental para garantir a participação da população nas decisões de saúde. No entanto, como isso pode ocorrer efetivamente se os conselhos locais estão sendo enfraquecidos em prol de um conselho municipal mais centralizado? Essa centralização não cria barreiras adicionais à participação popular?
Equipes de odontologia: A necessidade de garantir a presença de dentistas nas unidades de saúde é inegável, mas como isso será possível se há dezenas de cargos não ocupados? O que está sendo feito para atrair e manter esses profissionais?
Reposição de servidores: A realidade de concursos realizados mas com a não convocação de aprovados é alarmante. Como a eficiência do sistema de saúde pode ser garantida se a prefeitura prefere dobrar a carga horária dos servidores existentes? O que leva a essa escolha, que resulta em um sistema caótico e sem planejamento, a ponto de o Ministério Público ter que intervir?
Ampliação das equipes de saúde da família: É contraditório falar em ampliação das equipes quando, na prática, estamos testemunhando a sua diminuição. Como a prefeitura justifica essa realidade frente ao discurso da conferência?
Funcionamento das UBSs: O compromisso de funcionamento até às 19h e aos sábados é uma demanda antiga. O que foi planejado ou concretizado para que isso se torne uma realidade, ou permanece apenas como um desejo?
Novas UBSs: A carência de novas unidades de saúde é evidente, mas como esperar a implementação de novas UBSs se investimentos estão sendo congelados, como no caso da UBS do Jóquei Clube? Qual o planejamento real para a construção de novas estruturas de atendimento?
Assistentes sociais e dentistas nas UPAS: Essa é uma demanda recorrente. Trata-se de uma necessidade concreta ou estamos apenas sonhando com algo distante, sem que haja iniciativas reais para a sua implementação?
Por fim, é alarmante que no documento da Conferência Municipal de Saúde de Ribeirão Preto de 2025 não haja qualquer menção sobre o impacto das terceirizações na rede de saúde municipal. As terceirizações são uma solução viável neste contexto ou apenas uma forma de desresponsabilização do poder público? O que isso significa para a construção de um SUS mais forte e funcional em Ribeirão?
Esses questionamentos são cruciais para sua reflexão coletiva e a necessidade de um diálogo aberto e transparente sobre a saúde em nossa cidade. A participação da população, por meio do controle social, é fundamental para que possamos enfrentar esses desafios e garantir que as promessas da conferência sejam, de fato, uma realidade.
Ricardo Jimenez - editor do Blog O Calçadão
Extrato publicado no Diário Oficial tem menos de dez linhas e não informa data de vigência, impacto na tarifa nem cláusulas alteradas; contrato original é de 2012
Há uma promessa feita e repetida há mais de 15 anos para a população da região oeste de Ribeirão Preto, o Parque Rubem Cione.
É a maior área verde dentro do município, com um curso d'água (córrego dos Campos) e o remanescente do patrimônio histórico da antiga Fazenda Baixadão (que alimentava alambiques para a produção de cachaça) em seu interior.
Entra prefeito e sai prefeito e a região do parque segue abandonada, com o gradil danificado e servindo de depósito irregular de lixo e entulho.
A atual administração prometeu entregar a primeira etapa do parque agora em maio e não vai cumprir. Lideranças comunitárias dos bairros do entorno convivem com a frustração e a indignação.
Na última reunião entre representantes da comunidade e a prefeitura, a informação foi a de que a primeira etapa está atrasada e a licitação da segunda etapa ainda não foi feita.
Enquanto isso, fotos mostram o lixo, o entulho, os escombros abandonados e até descarte de veículos roubados no interior daquele que promete ser o maior e mais bonito parque da cidade, quando ficar pronto...
Ricardo Jimenez
| Fazer valer |
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os ventos do ainda-não me carregamo futuro.
| Resolução foi assinada durante a Agrishow 2026 |
Medida que atende interesses do agronegócio entra em vigor em agosto e poderá ter impactos na saúde e no meio ambiente.
| Faixa salarial do titular | Faixa etária do dependente | Valor anterior (R$) | Valor novo (R$) | Aumento (%) |
|---|---|---|---|---|
| Até R$ 1.102,49 | 0 a 18 anos | R$ 28,20 | R$ 29,61 | 5% |
| Acima de R$ 16.537,49 | Acima de 70 anos | R$ 1.478,21 | R$ 1.552,12 | 5% |
| Dados obtidos via Leia de Acesso à Informação |
Apesar da suspensão de trechos, a lei permanece vigente Câmara de Ribeirão Preto publicou decreto legislativo suspendendo artigos da Lei n...