sexta-feira, 4 de maio de 2018

O extremismo se assanhou quando permitimos os xingamentos a uma mulher honesta!

A história deve desculpas a Dilma

Hoje o fascismo está solto, assanhado, se sentindo empoderado.

O fascismo de gueto, de sarjeta, de bueiro, que sempre existiu, ressurgiu e ganhou força a partir do momento em que o país foi envenenado pela mídia.


Tudo começou quando permitimos que a primeira mulher Presidenta fosse exposta, xingada e desrespeitada por meia dúzia de play boys eleitores do Aécio em pleno estádio de futebol. Quando permitimos que canalhas usassem a imagem da primeira mulher Presidenta de pernas abertas em tanques de combustível.

Ao permitirmos as agressões a Dilma, nos tornamos um país canalha, doente e exposto ao odor fedorento do fascismo.

O golpe que se aplicou no país, com seus braços políticos e jurídicos, seja na aliança entre Temer, Aécio e Cunha, seja na aliança entre Globo e lava jato, usou o fascismo de gueto como arma anti-petista.

Repórteres se fingindo de democratas desfilavam pela avenida paulista ao lado de gente portando cartazes pedindo a tortura e morte de Lula e Dilma. 

Valeu tudo contra o PT. Ainda vale tudo.

Valeu ouvir impunemente Bolsonaro votar pelo impeachment oferecendo seu voto ao torturador de Dilma.

Todos calados.

Valeu ouvir uma senadora dizer que era preciso usar o relho contra petistas dois dias antes dos tiros no ônibus da caravana de Lula.

Todos calados.

Contra o PT pode tudo.

Valeu o silêncio da mídia sobre tiros disparados contra o acampamento em Curitiba, acertando um rapaz no pescoço.

Contra o PT pode tudo.

Valores humanos estão sendo eliminados. Pudores democráticos, cidadãos e civilizatórios estão sendo perdidos. A brutalidade fascista está atingindo parte da juventude.

O cerco e tentativa de aniquilamento do PT e de Lula faz parte do plano golpista. Derrotar a força popular capaz de obstruir o caminho neoliberal, o caminho dos donos do capital cuja elite antipopular brasileira é serviçal.

O golpe ainda usa o fascismo de gueto contra o PT. Segue usando.

Até quando e a que consequências, não sabemos.

Urge a unidade dos democratas.


Ricardo Jimenez


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