terça-feira, 22 de maio de 2018

Petrobrás: tucanos fazem da empresa estatal um banco para capitalizar rentistas e o povo que se lasque!

O preposto tucano na Petrobrás

Do Conversa Afiada

Dr. Getúlio criou a Petrobras para exercer um papel social, estratégico e político: botar para funcionar o monopólio estatal.
O presidente Lula tomou do entreguista FHC a Petrobras de volta para seu verdadeiro dono, o povo brasileiro.
Descobriu o pré-sal, fez a maior capitalização de uma empresa no universo capitalista e determinou que o dinheiro do pré-sal seria usado na Educação e na Saúde.
Os canalhas e canalhas, com a providencial ajuda da Globo Overseas, empresa com sede na Holanda, seus colonistas, como a Míriam Leitão e o Judge Murrow, que exterminou um milhão de empregos, entregaram a Petrobras ao Pedro Malan Parente.

Parente pensou que ia administrar a Petrobras como se fossem a RBS e a Bunge, empresas privadas em que trabalhou e das quais foi mandado embora.
"Eficiência", "liquidez", "produtividade", "remunerar os acionistas" - e outras beberagens do tal neolibelismo.
E tome a vender ativos, fazer impairment, antecipar pagamentos a abutres, em causas que deveria ganhar na Justiça americana.
A ordem é vender barato!
Entregar o pré-sal o mais rapidamente possível, a preço de banana, a preço de Vale do Rio Doce!
E deu no que deu.
Reajustes de tarifas diários do diesel e da gasolina.
Devolveu o Brasil à Idade da Lenha e botou fogo nas estradas brasileiras.
Pôs fogo no rosto das mães brasileiras que tiveram que acender o fogo com álcool.
Um Caracazo está a caminho.
Os golpistas não aguentam reajuste diário!
Ninguém aguenta!
O reajuste diário é cláusula pétrea dos evangelistas do FMI, Malan Parente e a Míriam Lúcia!
Só em maio, foram 14 aumentos!
Em maio, a gasolina subiu 15%.
Em maio, o diesel subiu 13,6%.
É a produtividade, o realismo tarifário!
E pau no povo!
O Malan Parente jurava que se demitiria se não pudesse praticar o realismo tarifário, sempre que o dólar e o preço internacional do petróleo subissem.
Vamos ver.
O certo é que os jênios canalhas, os ídolos da Míriam Lúcia - Malan Parente, Maria Silvia do BNDES e o Ilan Goldfajn, um dos açougueiros do tаl neolibelismo - foram lançados à lama.
Maria Silvia foi demitida do BNDES depois de não explicar o que o Temer lhe mandou fazer: vamos fazer daquele "nosso jeito".
Qual é o "nosso jeito"?
Ela não explicou e foi trabalhar para um banco americano com o know-how e as "informações" recolhidas no BNDES.
O Ilan era o queridinho do Itaúúúú, mas o "mercado" passou a lhe dar o tratamento de bestalhão, depois de provocar um tombo com a manutenção da SELIC.
O Golpe mata os golpistas!
Mesmo seus jênios neolibelistas.
Em tempo: no Mau Dia Brasil, a Míriam Lúcia botou a culpa de tudo na... Dilma!
Em tempo2: não deixe de ver na TV Afiada como os caminhoneiros tratam a Globo.
PHA

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