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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Coluna: Fala, Presidenta! "Hillary foi digna ao respeitar o resultado das urnas"

Do DCM

A ex-presidente Dilma Rousseff declarou nesta quarta-feira (9) que a eleição de Donald Trump faz parte da democracia e que a candidata derrotada Hillary Clinton tem o “espírito digno” ao “respeitar os resultados eleitorais” no lugar de articular um “processo golpista de impeachment”.
Em suas contas no Facebook e Twitter, Dilma escreveu que “a democracia é um sistema que prevê ganhadores e perdedores nas eleições diretas”.
“A tradição de um democrata é reconhecer a derrota, e não articular um processo golpista de impeachment sem medir as consequências para o seu país”, escreveu Dilma, que foi afastada do cargo este ano após sofrer um processo de impeachment no Congresso.
“Os líderes americanos, apesar dos ânimos acirrados, respeitam os resultados eleitorais, como define a Constituição dos EUA. Hillary Clinton mostra o espírito digno de uma liderança de tradição democrática”, afirmou a petista.

Se não forem apresentadas propostas à classe trabalhadora... Por: Leonardo Freitas Sacramento

Nas prévias democratas, os trabalhadores de Michigan votaram em massa em Sanders, o candidato socialista do Partido Democrata. Sanders colocava o desemprego na conta da globalização desigual e do capitalismo de mercado, crítica radical para os padrões norte-americanos.

Hilary acusou Sanders de "esquerdista", fazendo questão de construir uma discurso pró-mercado. Hilary venceu de forma acachapante em Califórnia, estado riquíssimo onde as famílias de classe média andam de bicicleta, fumam maconha, são favoráveis ao casamento homoafetivo e pagam de super-ecológicos. Lá, Sanders foi rejeitado.

Trump venceu em Michigan, um estado historicamente democrata, berço do sindicalismo norte-americano. Hilary teve rejeição absurda. Trump apresentou outro culpado para o desemprego aos trabalhadores de Michigan: o imigrante e os investimentos privados e estatais fora dos EUA.

Conclusão: se não forem apresentadas propostas à classe trabalhadora, ela não irá ao paraíso. Depois não adianta chamar a classe trabalhadora de pobre de direita porque ela vota em bilionários racistas, homofóbicos e machistas. A esquerda que luta contra o racismo, a homofobia e o machismo precisa apresentar um projeto de poder à classe trabalhadora que vá além do debate comportamental sobre o racismo, a homofobia e o machismo.

PS: Dória venceu na periferia de São Paulo com votos de parte da classe trabalhadora porque a propaganda partidária conseguiu apresentá-lo como "trabalhador". Segundo um dos entrevistados em um ótima reportagem do El Pais, Dória começou de baixo "como Lula". Segundo o mesmo entrevistado, Dória "é um trabalhador e convenceu a classe trabalhadora. Haddad só cuidou dos ricos"

Leonardo Sacramento é professor e secretário-geral da Aproferp

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Governo da dupla PMDB-PSDB: recessão, desemprego, desorganização econômica, violência e repressão. Eis o golpe!

Fiasco e caos, duas palavras que podem resumir o resultado de um governo ilegítimo, sem voto, montado sobre a aliança entre caciques políticos corruptos e interesses financeiros internacionais e constituído após um golpe aplicado em uma Presidente honesta e legitimamente eleita.

Ao tentar reaplicar o neoliberalismo de 'Estado mínimo' no Brasil, os tetra-derrotados tucanos, escudados pelos fisiológicos do PMDB e presididos por um vice decorativo e traidor, vão disseminando o caos econômico e estrutural no país.

domingo, 6 de novembro de 2016

MST em relação às ações da Polícia Civil, na Operação Castra



*"Em relação às ações da Polícia Civil do estado do Paraná no âmbito da denominada “Operação Castra” em Quedas do Iguaçu no dia 04/11/2016, os advogados do caso esclarecem:*

1 - O MST é um movimento social popular legítimo, conforme afirmado pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento realizado no dia 18/10/2016. Todos os cidadãos brasileiros têm o direito de organização e de reunião, inclusive para lutar pela Reforma Agrária, bem como para que as propriedades rurais e urbanas do país cumpram sua função social. É ilegal e abusivo utilizar da Lei n. 12.850/13 (Lei de organizações criminosas) pelo simples fato de pessoas serem militantes do MST.

2 - Embora os autos dos Inquéritos ainda não estejam disponíveis para a equipe de advogados, da análise dos documentos a que foi possível acesso, constata-se que as armas apreendidas no âmbito da Operação Castra pertencem à EVALDO DE AZEVEDO, que foi preso dias antes, noutra operação, e não guarda nenhuma relação com o Movimento Sem Terra ou com o Acampamento Dom Tomás Balduíno.

3 – A tentativa de criminalização do MST na região de Quedas do Iguaçu ocorre há anos devido ao grande número de conflitos decorrentes da grilagem de terras na região. Desde maio de 2014 aproximadamente 3 (três) mil famílias ocupam áreas da União griladas ilegalmente pela empresa ARAUPEL. A Justiça Federal declarou que as terras pertencem à União e que devem ser destinadas às famílias que aguardam pela Reforma Agrária.

4 – O judiciário de Quedas do Iguaçu e a Polícia Civil do Paraná têm agido de forma parcial para criminalizar a luta social na região. Em abril deste ano dois trabalhadores rurais foram assassinados Polícia Militar quando estavam dentro do acampamento do MST, e até o presente momento ninguém foi denunciado por tais crimes.

5 - As ilegalidades cometidas no curso da Operação Castra são graves e flagrantes. São7 injustificáveis os abusos policiais praticados na Escola Nacional Florestan Fernandes - ENFF, em São Paulo, na qual, Policiais Civis do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos – GARRA, não identificados, sem mandado judicial, invadiram a sede da escola disparando armas de fogo com armamento letal e proferindo ameaças de todas as ordens, inclusive de morte aos estudantes, professores e trabalhadores presentes. Na ocasião a cantora Guê Oliveira e o bibliotecário Ronaldo Valença, de 64 anos, que possui Mal de Parkinson, foram presos e agredidos pela Polícia sem qualquer motivo.

6 – As ações e recursos cabíveis já estão sendo elaborados para revogação das prisões arbitrárias e denúncia das ilegalidades cometidas.

Giane Alvares, Juvelino Strozake, Luciana Pivato , Diego Vedovatto e Paulo Freire.

São Paulo (SP), 06 de novembro de 2016.”.

Democracia? MEC solicita fichamento de alunos e professores da rede federal!

Este é o Ministério da Educação do governo Temer,  enquanto o PSDB paulista dirige as reformas educacionais, o Ministro Mendonça Filho encaminha a perseguição a alunos e professores 'agitadores'.

Blog O Calçadão

A importante fala de Lula na Escola Florestan Fernandes do MST!

Lula esteve ontem no evento em apoio e desagravo à escola nacional de formação Florestan Fernandes do MST.

Junto a centenas de apoiadores do Brasil e do mundo, Lula fez uma fala importante sobre a conjuntura nacional e as razões do golpe de Estado que evolui rapidamente no país.

sábado, 5 de novembro de 2016

Coluna: Fala, Presidenta: "Não vamos nos calar diante da banalização da violência do Estado"!


É assustador que o retrocesso que vem ocorrendo no Brasil, iniciado com o Golpe, mantenha o perigoso curso de construção de um Estado de Exceção no país.
A invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes, ligada ao MST, é um precedente grave. Não há porque admitir ações policiais repressivas que resultem em tiros e ameaças letais, ainda mais em uma escola.
Tampouco é aceitável que se criminalize o MST. Não vamos ficar calados diante da banalização da violência do Estado contra quem quer que seja. Não podemos aceitar conviver com cenas em que policiais submetem estudantes a algemas e ao cárcere. Isso é inadmissível em uma democracia.
É lamentável que a semana termine com novos assaltos aos direitos civis e a tentativa de criminalizar os movimentos sociais. O atropelo às regras do Estado de Direito, com a adoção de claras medidas de exceção, deve ser combatido. É uma ameaça à democracia que envergonha o país aos olhos do mundo.
Dilma Rousseff

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cresce a repressão em todo o Brasil. Sombras cobrem a democracia!

O golpe que se desenrola no Brasil desde 2014, primeiramente contra o mandato de Dilma e agora contra Lula e o PT, vai se mostrando de fato um golpe contra o povo brasileiro e a democracia, sendo o PT e seus líderes apenas as pedras a serem removidas.

Como bem analisa o jornalista Andre Barrocal, na Carta Capital, o golpe não é algo uniforme, mas tem várias facetas que ora se coligam, ora se enfrentam. Os caciques políticos buscam neutralizar as ações de Curitiba e Curitiba tenta impor ao sistema seu modus operandi, implantando um Estado judicial-policialesco no Brasil.

URGENTE| Polícia invade e atira na Escola Florestan Fernandes, em Guararema/SP



A operação comandada pela polícia Civil de SP começou na manhã desta sexta-feira. Os policiais invadiram sem mandado o terreno e derrubaram o portão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema, São Paulo.

Segundo relatos dois militantes do MST estão detidos.Durante o cerco, para aumentar a repressão, e assustar os moradores, os policiais efetuaram disparos com armas de fogo. Uma militante foi atingida por estilhaços de bala.

Em nota oficial o MST exigiu atitudes do governo contra tome as medidas cabíves. "Somos um movimento que luta pela democratização do acesso a terra no país e não uma organização criminosa.''

Neste momento a polícia está em frente à ENFF, recuaram e estão aguardando um mandado de prisão.

A invasão policial é mais uma ação de criminalização dos movimentos populares.

Solicitamos a solidariedade de todos os veículos de imprensa progressista de esquerda para que mandem jornalistas para o local.

Governo do RJ avança sobre os direitos sociais e trabalhistas. No Brasil, quem paga a conta é o pobre!

No Brasil há um paraíso fiscal interno funcionando desde 1995, chama-se isenção de Imposto de Renda para lucros e dividendos empresariais.

Dessa forma, a casta rica do país, os grandes magnatas, praticamente não recolhe imposto sobre sua renda, enquanto que o trabalhador comum é taxado anualmente em 27,5%.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Quer entender 2016? Talvez valha a pena olhar para 1970 e 1972

A manutenção dos sistemas de dominação depende de renovações sistemáticas do “definitivo”. É da sua própria lógica: para as classes dominantes, é sempre um risco permitir que a história seja lida e interpretada pelos pobres.

Um dos momentos mais emblemáticos dessa tentativa reiterada dos ricos e seus agentes de construção de consensos foi a tese do “fim da história”. Em artigo publicado em 1989 com o título de “O fim da história”, Francis Fukuyama causou furor nas mídias conservadoras ao redor do planeta ao afirmar que o capitalismo e a democracia burguesa constituiriam o coroamento da história da humanidade e que nada haveria depois disso.
Era o momento culminante do neoliberalismo. Reagan estava encerrando seus mandatos (1981-89) e preparando-se para passar o bastão para o “falcão” George Bush; Margareth Tatcher reinava na Inglaterra (1979-90). Enriquecer, liquidar com os sindicatos, promover o capital financeiro… Tudo isso parece novidade criada pela atual onda dos conservadores, mas era o grito da moda de então.
A previsão de Fukuyama  deu certo –para ele. Enriqueceu, mora numa mansão milionária em Palo Alto na Califórnia, mas ninguém dá dois tostões pela tese dele. A história não acabou, como mostraram a crise cambial europeia de 1992/93, a quebra do México (1994), a crise asiática, seguida da crise russa (1997-98), o estouro da bolha da Internet (2000), a crise argentina (2001) e, finalmente, a grande crise no centro do império, em 2008. Como sabemos, há outra vindo, ali na esquina.

Terra, teto e trabalho

3º Encontro Mundial de Movimentos Sociais com Papa contará com representantes de 65 países.

 
TERRA, TETO E TRABALHO

Durante os próximos quatro dias, 170 delegados de 65 países, representantes de movimentos da economia popular, do campo e outros setores periféricos da sociedade, debaterão os diferentes eixos de interesse que vêm marcando os encontros dos movimentos populares com o Papa Francisco: Terra, Teto e Trabalho, no marco do III Encontro Mundial dos Movimentos Populares. O evento teve início nesta quarta-feira (02/11) e será realizado até sábado (05/11) no Vaticano.

NOTA DO MST SOBRE JULGAMENTO DO STJ SOBRE CASO DE CRIMINALIZAÇÃO EM GOIÁS



O MST obteve uma importante vitória diante da onda de criminalização da política que avança no país com a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), nesta terça-feira (18/10), de rejeitar o enquadramento de movimentos populares na lei de organização criminosa.

MUITA COISA ERRADA ESTÁ ACONTECENDO EM NOSSO PAÍS

Alguma coisa, não, MUITA COISA ERRADA ESTÁ ACONTECENDO EM NOSSO PAÍS.
Só não enxerga quem não quer!

Bob Fernandes

Alguma coisa está fora da ordem. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública informa: 67% dos jovens temem, têm medo da PM.

No domingo, na Praça dos Andradas, em Santos, foi algemado e preso o ator Caio Martinez Prado.

Seu grupo, "Trupe Olho da Rua", apresentava a peça "Blitz- O Império que nunca dorme ", com críticas à PM.

O governador Alckmin comentou: "Goste-se ou não, liberdade de expressão é liberdade de expressão".

Ao mesmo tempo Alckmin disse que a peça é de "muito mau gosto".

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Nota da UBES, UNE E ANPG sobre o adiamento do ENEM para 200 mil estudantes!


O movimento de ocupações de escolas e universidades tomou o Brasil contra a Medida Provisória 746 da Reforma do Ensino Médio e contra a PEC 241, agora PEC 55 em tramitação no Senado Federal. Este movimento é claramente legítimo ao sair em defesa intransigente da educação pública, gratuita, de qualidade e inclusiva, e já é vitorioso pela dimensão da sua mobilização – já são mais de 1.200 escolas e institutos federais ocupados, além de 139 universidades em todo o país.

Quando o Judiciário sugere "métodos torturantes" contra jovens, a democracia agoniza!

Quando o neoliberalismo avança em um país, o primeiro derrotado são os direitos humanos, seja pelo aumento da pobreza, seja pela cassação de direitos básicos de cidadania, algo inerente ao projeto neoliberal.

E quando essa implantação neoliberal se dá a partir de um golpe, sem o crivo das urnas, o prejuízo aos direitos humanos é ainda mais grave.

O Brasil vive o desenrolar de um golpe, um golpe contra o povo brasileiro e sua soberania, cujo PT, e a esquerda em geral, é apenas uma pedra a ser retirada do caminho.

Vivemos a implantação de um Estado repressivo, apoiado no Judiciário, que não só corrobora com a cassação de direitos como, agora, corrobora na repressão.

Nossa democracia, pautada na Constituição de 1988, está agonizando.

Do DCM

Quando alguém disser para você que um juiz autorizou, em 2016, a PM a utilizar métodos de tortura para forçar meninos e meninas a sair de uma escola, e você responder que em 2016 isso é impossível e intolerável, conte para esse alguém sobre a decisão de Alex Costa de Oliveira, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Vitória do 'não voto' impõe debate sobre reforma política

Abstenções, brancos e nulos somaram 41% no segundo turno, confirmando insatisfação com sistema eleitoral no País

A crise política que levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e reduziu a presença do PT de 638 para 254 prefeituras, entre 2012 e 2016, foi responsável também por fazer desta eleição a mais rejeitada pelo eleitor brasileiro desde a redemocratização.

O chamado "não voto" (abstenções, brancos e nulos) somou 41,24% do eleitorado no segundo turno, conforme dados preliminares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No mesmo turno em 2012, a soma havia sido de 33,4%. Foi o mais alto índice de desistência nas disputas municipais. Somente as abstenções, que na primeira rodada eleitoral deste ano havia atingido 17,58%, saltou para 21,55% no pleito encerrado no domingo 30.

Opinião - O recado das urnas no Rio e o comportamento da Esquerda

A política se expressa de muitas formas e, neste momento pós eleições municipais do Rio, vale uma pequena reflexão. As urnas falam e falam bem alto. Porém os gestos também falam alto, pois refletem uma visão de presente e de futuro, direcionam estratégias, determinam aliados, a relação com eles e compromissos reais com o povo.

A vitória da negação da política e o comando da prefeitura do Rio em mãos conservadoras são um retrocesso. Lamento sinceramente a derrota de Marcelo Freixo, candidato apoiado por nós do PCdoB e demais forças de esquerda no segundo turno.

O palanque de Marcelo Crivella mostrou uma unidade de centro-direita, com lideranças religiosas e a expressão de uma visão atrasada de como "cuidar das pessoas", por meio da negação da diversidade e pluralidade, características muito fortes na sociedade carioca.

O processo eleitoral ocorreu debaixo de um golpe institucional, da violação da nossa Constituição, da criminalização da política, com foco na eliminação da esquerda que governou o Brasil e em consequência dos direitos por ela garantidos.

Opinião - Freixo está certo: esquerda pagou pelos erros do PT

Por Miguel do Rosário - O Cafezinho
Pior momento da esquerda
"A esquerda brasileira vive agora o seu pior momento desde o fim da ditadura militar. É uma pena, mas pagamos o preço por tudo de ruim que aconteceu durante o ciclo do PT na Presidência da República, apesar de não termos feito parte daquele governo. Na verdade, essa não é apenas uma questão carioca. Se olharmos os resultados das eleições municipais em todo o Brasil, vemos que a esquerda sofreu uma derrota nacional. É uma boa hora para refletirmos. Muitos questionamentos que surgiram durante as manifestações de 2013 ainda permanecem sem resposta e os eleitores se sentem distanciados do processo político".
O desabafo de Marcelo Freixo à imprensa carioca, nesta segunda-feira, enfureceu os setores da esquerda ex-governista, que se sentiram atacados num de seus momentos mais vulneráveis.
Previsivelmente, a imprensa conservadora deu amplo destaque a esse trecho, porque interessa a ela que não haja nenhum movimento de convergência no campo progressista.
Entretanto, Marcelo Freixo não falou nada demais. A esquerda brasileira, inclusive a não-partidária, a chamada esquerda social, paga hoje o preço dos erros políticos cometidos pelo Partido dos Trabalhadores.
Esses erros, naturalmente, não são os mesmos apontados pela imprensa conservadora e pela oposição de direita, embora também não se possa ignorá-los.
A esquerda petista precisa baixar as armas. A política é uma guerra, mas também não é uma guerra. A diferença entre a guerra e a política é que, na política, não é necessário destruir o adversário para vencer; pode-se transformá-lo. Isso significa que o derrotado, em política, não é necessariamente eliminado, ele pode se transformar, seja para ser incorporado ao vencedor, seja para reconstruir suas estratégias e vencer mais tarde.

É possível reverter o quadro, é possível construir um projeto progressista, é possível retomar o diálogo com o povo!


A emergência e a transparência precisam caminhar juntas

  Transparência orçamentária não é luxo, mas obrigação, especialmente em crises Desde 24 de julho, quando o vendaval atingiu Ribeirão Preto,...