segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Governo da dupla PMDB-PSDB: recessão, desemprego, desorganização econômica, violência e repressão. Eis o golpe!

Fiasco e caos, duas palavras que podem resumir o resultado de um governo ilegítimo, sem voto, montado sobre a aliança entre caciques políticos corruptos e interesses financeiros internacionais e constituído após um golpe aplicado em uma Presidente honesta e legitimamente eleita.

Ao tentar reaplicar o neoliberalismo de 'Estado mínimo' no Brasil, os tetra-derrotados tucanos, escudados pelos fisiológicos do PMDB e presididos por um vice decorativo e traidor, vão disseminando o caos econômico e estrutural no país.


Recessão brutal, desemprego recorde, taxas de juros elevadas, déficit público crescente e receitas públicas despencando.

A principal aposta da turma do golpe, a PEC que congela os gastos públicos por 20 anos, será ainda mais desastrosa num cenário já assustador.

O 'combate à corrupção' seletivo e irresponsável da dupla mídia/Lava Jato já ceifou 2 milhões de empregos e a infra-estrutura do país, somando-se a isso a quebra da indústria naval. Os próprios empresários brasileiros já acenderam a luz vermelha faz algum tempo.

O BNDES está fora do jogo, abatido pela política tucana. A Petrobrás está sendo dilapidada estruturalmente e o pré sal, e o conteúdo nacional, sendo dizimado.

O consumo está indo a zero, a poupança está sendo raspada pelos poupadores (o povo consumidor), a infra-estrutura em frangalhos, a renda em queda, as pressões sobre a saúde e a educação públicas por aqueles que não conseguem mais pagar o plano de saúde e a mensalidade escolar fazem as Prefeituras quebrarem.

Eis o Brasil do golpe!

Como a tributação, que taxa o consumo e não a renda, não será mudada, o resultado futuro será concentração de renda, queda brutal de receitas e empobrecimento dos trabalhadores. Uma receita explosiva e que não se sustenta no tempo.

Ainda mais porque Temer e sua turma acreditam que podem financiar o rentismo taxando ainda mais as classes mais baixas. Os cortes previdenciários, na política de valorização do salário mínimo e nos programas sociais só farão a pressão aumentar mais sobre Estados e Prefeituras.

Insustentável.

Esse é o preço do golpe!

E não adianta argumentar que 'isso é herança do PT', porque esse argumento não cola mais.

Basta pegar os números e comparar as gestões. Dilma nos seus piores momentos jamais causou tamanho estrago em tão pouco tempo, pelo contrário, a inflação e o déficit público de Dilma são menores que o de Lula e FHC, por exemplo, mesmo Dilma tendo praticado uma renúncia fiscal de mais de 100 bilhões por dois anos consecutivos.

E Dilma não conseguiu governar nem um dia após vencer as eleições de 2014, sabotada que foi por um Congresso dominado por Eduardo Cunha e sua agenda golpista e fiscalmente explosiva.

Aprenderemos amargamente que não se golpeia a democracia impunemente, que não se retira um mandato popular legítimo sem pagar um preço e que tentar implantar o neoliberalismo em um país com tamanhas disparidades como o Brasil é uma irresponsabilidade que só os tetra derrotados tucanos seriam capazes de fazer.

Restará a esta concertação golpista a repressão, cada vez maior, aumentando a pressão de uma panela já na iminência de explodir.

O Calçadão

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